Situada e isolada no alto duma colina, esta mansão cor-de-rosa destaca-se pela sua imponência e pela paisagem que pode contemplar-se nas proximidades e a vários quilómetros de distância. Entre os terrenos integrantes da propriedade, a longa escadaria transporta-nos até á sua entrada. É verão e sobressai o contraste do azul do céu com o rosa que pinta as paredes exteriores da casa.
Construída no início do século XX, pertenceu a uma família de comerciantes que fizeram fortuna tanto na localidade onde se encontra implantada como em Lisboa. Os negócios prosperaram, mas o tempo, esse eterno escultor do destino, acabou por levar os seus donos e deixar a casa à mercê do esquecimento.
Comecei a exploração nos pisos superiores e, para lá chegar, subi por uma bela escadaria talhada em madeira. As divisões principais e mais amplas vão ainda conservando os seus belos tetos trabalhados em gesso. Um quarto amarelo onde alguém já terá pernoitado…
Diferentes cores pintam as paredes das divisões que se apresentam vazias. Aqui e ali alguns componentes ou objetos como frascos e garrafas. As salas conseguem identificar-se pela existência de lareira.
Retornando sempre á zona da escadaria para aceder a outro piso, dá para aperceber que a riqueza arquitetónica está aqui, para além dos tetos. Também existem divisões mais pequenas…
Ao deixar a mansão, olhei uma última vez a paisagem que se perde de vista até ao alto das montanhas.
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